Envelhecemos e, pela aparência, nos sentimos tristes muitas vezes. Mas, ao reconhecermos a velhice em quem amamos, nos regozijamos. Há um estranho prazer, algo da ordem do pleno, em envelhecer com a pessoa amada.
II
Quem ama, seja de que forma for, pode temer a morte não a partir de si mesmo. É o outro a quem amamos que nos fará, alguma vez na vida, temer a morte. É pelo inerente fim do outro que nos completa que tememos o nosso fim.
III
Isto talvez pudesse também ser estendido à Humanidade. Se amamos a Humanidade e esta chafurda muitas vezes em seu fim, é bem cabível que, quem ainda possui a capacidade de amar a Humanidade, possa temer a si mesmo com o seu próprio fim antes do tempo.
II
Quem ama, seja de que forma for, pode temer a morte não a partir de si mesmo. É o outro a quem amamos que nos fará, alguma vez na vida, temer a morte. É pelo inerente fim do outro que nos completa que tememos o nosso fim.
III
Isto talvez pudesse também ser estendido à Humanidade. Se amamos a Humanidade e esta chafurda muitas vezes em seu fim, é bem cabível que, quem ainda possui a capacidade de amar a Humanidade, possa temer a si mesmo com o seu próprio fim antes do tempo.