Não, não pares!
Para!
Pária.
Não, não pares!
Para!
Pária.
Não, não pares!
Para!
Pária.
Não, para:
e-u não
desejo-te
a grande Dor.
rui a manga
sob o galho pênsil
tomba na tumba
telhado de vidro
tumba rasgada
roída pelo verme
nítrico
rajada pelo morcego
sulfídrico
tomba mais uma
uma a uma
bombas sobre a cidade em chamas
uma a cada vez
a cada vez
mangas decaídas
explodidas rasgadas corroídas
nas entranhas fugidias
mangas trespassadas esgarçadas por bananas frígidas
casca derretida
soluçada vertida
por olhos vítreos.