sr. Nemo,
Ninguém está vendo!
Borbulhe estes instantes vazios
Deixe flutuar sobre as algas essa sua cara cansada
Encaracole suas mãos nos tempos das correntes
Gire, gire como um peixe feliz
E mire bem fundo
Na sua tristeza, no seu espanto
Nessas suas dúvidas vorazes
Mire como um jato
Uma baleia louca
Um navio submerso e insano
Mire e se atire
Seja espessura de uma arraia
Flambe, floco de vida
Flambe e
M-
-e
-r
-gu
-lhe...
.
.
.
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